Segundo semestre de 2017: o que priorizar em sua loja virtual

o que priorizar em sua loja virtual no segundo semestre

Em 2016 foram criados mais de 718 mil novos empregos na área de e-commerce, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, ABComm. A mesma pesquisa mostrou que esse modelo de negócio poderá crescer até 15% ao longo deste ano e apresentar um faturamento de cerca de R$ 60 bilhões de reais.

É possível identificar alguns tópicos que o lojista deve considerar para o mercado de e-commerce no segundo semestre de 2017.

Comércio unificado

O foco é otimizar o tempo com tarefas operacionais e tornar a gestão totalmente alinhada. Quando os gestores conseguem isso, os processos melhoram porque o estoque a ser gerenciado é um só, os pedidos ficam centralizados e é possível ter uma boa percepção de qual canal gera mais ou menos pedidos. A forma mais adequada para fazer isso é utilizando uma integradora de marketplace.

Mobile first

A plataforma mobile também deve ser foco das lojas virtuais. A tendência já vem acontecendo nos últimos anos e deve continuar ao longo de 2017. O mobile registrou em 2016, pela primeira vez, mais da metade do tráfego dos sites da B2W (Americanas.com, Submarino, Shoptime e Sou Barato). Esse dado reforça que os lojistas devem se adaptar cada vez mais para receber o consumidor que utiliza o dispositivo móvel como primeira plataforma de pesquisa de compra e que realizam a conversão por ali mesmo. Sites usuais, responsivos e seguros para o mobile tendem a se destacar.

Pagamento online

Um exemplo é o modelo de carteira virtual utilizado pela Samsung e Apple. Um dispositivo registra todos os dados de cartões de créditos do cliente e é ativado por meio da leitura biométrica, Touch ID, que facilita o pagamento da compra. Esse tipo de facilidade tem ganhado força pelo mundo e já deve começar a ser pensado pelos gestores de e-commerce brasileiros se não quiserem perder o timing da inovação.

Segurança do site

Quanto mais educado o consumidor para comprar online, mais ele se atenta aos indicadores de segurança que um site oferece. Isso pode envolver avaliações da loja, opiniões de outros compradores ou mesmo criptografia SSL e SSL EV ou a Blindagem de Site. Quando identificar o cadeado verde na barra de navegação do site, encontrar o selo de “Site Blindado” na página e ver que a loja parece agradar seus atuais clientes, há mais chances do consumidor fechar negócio. Em relação ao selo, vale combiná-lo à estratégia mobile, usando o Selo Futuante da Site Blindado para essa plataforma. Os selos (para desktop e para o mobile) podem ser habilitados por aqueles que passaram pelo serviço de análise de vulnerabilidades e fizeram as correções indicadas.

Detalhamento do produto

Com cada vez mais lojas oferecendo um produto, o varejista deve pensar em formas de se sobressair e a qualidade de apresentação do item vendido é uma vantagem. Boas fotos, vídeos sobre o produto e descrições completas que deixem muito claro o que é o item e onde ele se aplica é algo que ajuda a atrair clientes mais criteriosos. Procure fornecer todos os elementos descritivos e visuais para que o consumidor “sinta” o produto em suas mãos, mesmo que a compra seja 100% online.

Estratégia de preço

Encontrar o ponto perfeito entre oferecer uma boa oferta e ganhar a melhor margem é algo que pode ser prioridade para os lojistas. Uma forma de fazer isso é monitorando concorrentes que oferecem os mesmos produtos que você. Você pode acompanhá-los e entender a qual preço vendem os itens e competir com eles. Respeitando sua margem mínima, isso pode atrair mais negócios e se tornar rentável. Também é possível descobrir quando só você tem estoque para o produto e subir um pouco a margem. Sobre isso, já existem soluções aplicáveis tanto aos e-commerces, como aos marketplaces.

Marketing com foco em resultados

Claro que o branding awarness continua importante, mas cada vez mais os investimentos precisam ser comprovados com dados e relatórios. Essa precisão só é possível quando lidamos com o marketing baseado em performance. Alguns softwares de inteligência de marketing já integram todos os canais em que o varejista está presente e permitem a identificação dos anúncios que geram e não geram cliques, conversões, ROI e receita.

Marketplace para performance

Ainda pensando em marketing, mas também em expansão de canais de vendas diretas, o marketplace é uma opção. Ele funciona em um modelo de comissão por vendas onde grandes lojas disponibilizam seus sites para que outros varejistas também exponham e vendam seus produtos por lá. Como é bastante segmentado para o cliente no instante da compra, a exposição costuma funcionar muito bem e gerar mais receita para os lojistas.

Estes são alguns pontos que os lojistas podem olhar para aproximar clientes, além de obter mais vendas e receita em seus negócios!

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